sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Receita de hambúrguer integral de shiitake com azeitonas e tofupiry caseiro

Oi, galera. Como eu falei para vocês, sobraram vários cogumelos da receita de ontem, então decidi inventar alguma coisa com eles. Nunca tinha feito hambúrguer e nem qualquer tipo de queijo vegetal ou derivados. Fiquei com vontade de tentar, e até que para uma primeira vez ele ficou muito gostoso! Só que o meu forte definitivamente não é deixar o prato bonito. Hahahah.


Sério, ficou bom DEMAIS. ♥ Fiquei toda orgulhosa de mim mesma!

Mas e aí, vamos para a receita?

Para o hambúrguer você vai precisar de:
  • Pão de hambúrguer vegano (se não achar o de hambúrguer, pode ser qualquer outro pão sem nada de origem animal)
  • Alface
  • Um pacote de cogumelos shiitake frescos
  • Farinha de trigo integral
  • Azeitonas verdes
  • Cebola e alho a gosto
  • Curry em pó
  • Cominho em pó
  • Cheiro verde 
  • Duas colheres de molho shoyu
Para o tofupiry você vai precisar de:
  • 250g de tofu firme
  • Uma colher de sopa de polvilho azedo 
  • Meia colher de sopa de sal
  • 1/3 de xícara de azeite 
  • Uma colher de sopa de água
  • Uma colher de sopa de vinagre de vinho branco
  • Meia colher de açafrão (o açafrão é opcional, só coloquei para dar uma cor mais amarelinha)
Modo de preparo:
  1. Lave bem os cogumelos e os deixe cozinhando no vapor junto com o alho.
  2. Enquanto isso, prepare o tofupiry: Bata o tofu com o azeite no liquidificador até formar uma pasta homogênea. Despeje numa panela e cozinhe essa mistura adicionando o restante dos ingredientes até ficar com consistência de catupiry. Reserve.
  3. Quando os cogumelos estiverem prontos, coloque-os num processador ou liquidificador juntamente com a cebola picada, o alho, o shoyu, o cheiro verde e os temperos (dica: evite temperar demais, porque o legal é sentir bem o gosto do shiitake). Bata tudo, coloque num prato ou superfície lisa e acomode algumas azeitonas na massa.
  4. Vá juntando, aos poucos, a farinha integral até conseguir enrolar bolinhas no formato de hambúrguer (se não der ponto, acrescente um pouco de flocos de aveia).
  5. Leve os hambúrgueres para o congelador por cerca de duas horas.
  6. Quando for prepará-los, você pode fritá-los no óleo, ou fazer como eu e deixar a preguiça te dominar: Coloque no microondas por dois minutos. Hahahah. Fica perfeito e bem menos gorduroso, até porque o tofupiry já tem óleo.
  7. Na hora de servir, coloque alface em uma das fatias de pão, depois o hambúrguer (eu também coloquei alguns cogumelos por cima), o tofupiry e em seguida feche com a outra fatia de pão. Prontinho! Agora é a melhor parte. Hahahah.
Obs: A base da receita do tofupiry é do Presunto Vegetariano ♥ (assista o vídeo aqui), mas eu fiz algumas pequenas modificações. Na receita original, é suco de limão no lugar do vinagre... mas eu achei que o sabor do limão ficaria muito marcado e resolvi substituir (deu super certo). O açafrão eu também adicionei por conta própria. Ah: E na receita do Presunto Vegetariano é dito que pode-se usar amido de milho no lugar do polvilho azedo. Eu não testei, mas acho que o que dá o gostinho de catupiry é justamente o polvilho, então não recomendaria a troca. Eu também diminui a quantidade de azeite.

É bem mais fácil de fazer do que parece e garanto que vale a pena! E é uma receita que rende vários hambúrgueres e muito tofupiry, então dá para alguns dias. Pena que eu queimei meu primeiro hambúrguer porque coloquei por 4 minutos no microondas ao invés de dois. :( Hahuahauh. Não façam isso!

É isso, gente! Espero que tenham gostado. Vou adorar se vocês testarem a receita e aprovarem, porque eu pensei em tudo com muito carinho. Não sei cozinhar muito bem, não tenho experiência e não sou nem de longe uma profissional. Só agora que as minhas receitas estão começaaando a dar certo e eu fico muito feliz de poder dividi-las com vocês. ♥ Depois me digam o que acharam.

Resenha: Shampoo Lippia Alba da Herbia

Uns dias atrás eu mostrei para vocês três produtos que eu comprei e que pretendia testar e depois resenhar aqui no blog. Eu já fiz resenha de um deles: A máscara da linha Amazônia Preciosa da Surya. Hoje é a vez do shampoo da Herbia

Como vocês sabem, eu estava usando os shampoos da Cativa Natureza (falei sobre eles aqui e aqui) e gostei muito deles, mas sempre quis experimentar os produtos da Herbia porque sempre ouvi falar muito bem sobre a marca, então decidi comprar esse shampoo:


Preço: Bem como a Cativa Natureza, a Herbia não é das marcas mais baratas no mercado, especialmente por possuir produtos orgânicos e tudo mais. O shampoo custou cerca de R$ 37, 00. Mas ele rende bastante, então demora para acabar.

Cheiro: Fiquei até empolgada com essa resenha justamente por conta do cheiro. Sério, é MARAVILHOSO. Nunca usei um shampoo tão cheiroso na minha vida, juro! É bem herbáceo, tipo um aroma concentrado de chá. ♥ Não sei explicar, só sei que é muito bom! Hahahauhah.

Consistência: A textura é firme, não é aquele tipo de shampoo aguado. Isso faz com que ele dure bastante.


Resultado: Gente, sério: Aprovadíssimo! Eu gostei mais do que dos da Cativa para vocês terem noção. Ele limpa bem e perfuma muiiiiito o cabelo.

Composição: Nadinha de sulfatos, parabenos e petrolatos. Como deve ser.



Os ingredientes ativos são: Açaí orgânico, extrato de Camomila, óleo de Castanha do Pará, extrato de Artemisia, óleo essencial de Limão Siciliano, óleo essencial de Lavanda, óleo essencial orgânico de Capim-limão, óleo essencial de Citronela, óleo essencial de Laranja, óleo essencial de Hortelã, óleo essencial de Pau Rosa, óleo essencial orgânico de Patchouli, óleo essencial de Alecrim e óleo essencial orgânico de Verbena Brasileira.

Excelente, né? Eu adorei essa composição.

Considerações finais: Recomendo muitíssimo e compraria de novo sem pensar duas vezes!

Confesso que quando decidi me tornar vegana fiquei com medo de não encontrar boas opções de cosméticos, mas todos os dias eu vou conhecendo novidades, descobrindo produtos incríveis e me envolvendo cada vez mais com a causa animal e com essa ideologia. Fico muito feliz de perceber que o mercado vegano vem crescendo muito no Brasil e de pouquinho em pouquinho está conquistando seu espaço. ♥


Obs: Desculpem pela qualidade das duas últimas fotos. Mas deu para ler tudo direitinho, né? Espero que sim. Hahahah.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Receita rápida: Refogado de cogumelo de Paris, shimeji e shiitake acompanhado de espinafre

Como vocês já devem ter percebido, eu sou fanática por cogumelos! A receita de hoje na verdade é bem simples, não tem nada de "especial", mas ficou tão gostosa que resolvi partilhar com vocês. Vamos lá?


Você vai precisar de:
  • Um de pacote de cogumelos de Paris
  • Um pacote de cogumelos shiitake
  • Um pacote de cogumelos shimeji
  • Espinafre
  • 5 dentes de alho
  • Cebolinha
  • Curry e cominho em pó
  • 2 colheres de sopa de molho shoyu
Modo de preparo:
  1. Coloque um pouco de água em uma frigideira (o suficiente para cobrir o fundo dela) e deixe esquentar por alguns minutos. Enquanto isso, deixe o espinafre cozinhando ao vapor em outra panela.
  2. Quando a água estiver bem quente, introduza os dentes de alho picados (se você preferir, pode amassá-los também).
  3. Acrescente os cogumelos e os refogue, temperando com uma colher de chá de curry e uma colher de chá de cominho.
  4. Despeje as duas colheres de sopa de shoyu e continue refogando.
  5. Quando os cogumelos estiverem quase prontos, salpique a cebolinha. 
  6. Cheque se o espinafre já está cozido e tempere como preferir (eu particularmente gosto dele sem tempero mesmo).
Eu geralmente como só o espinafre com os cogumelos, mas também é interessante adicionar uma porção de arroz branco.

Dica básica:  Se você não tem uma panela que cozinhe ao vapor, sempre tem como improvisar! Coloque a água para ferver em uma panela e, sobre ela, posicione um escorredor de macarrão com o que você quer cozinhar dentro. O vapor vai passar pelos buraquinhos e vai dar tudo certo!

Como eu disse, eu sei que é uma receita bem "bobinha", mas eu adoro! 

Obs: Como eu fiz só para mim, eu usei cerca de 1/3 de cada pacote de cogumelo, então pode ser que vocês precisem ajustar um pouco a quantidade de tempero e de molho. Mas a parte boa disso é que como sobraram vários cogumelos, eu vou poder pensar em novas receitas e postá-las aqui no blog!

Ah: O molho shoyu que eu usei é até que bem "light", tem só 9 calorias por colher de sopa. E como eu não usei óleo, a receita ficou bem saudável e leve. Mas se vocês gostam de usar óleo ou azeite é só substituir a água.

Espero que tenham curtido. Bom apetite!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Resenha: Máscara capilar restauradora de buriti da Surya Brasil (Linha Amazônia Preciosa)

Oi, gente! Como o prometido, hoje a resenha é de um dos três produtos que eu mostrei nesse post. A máscara de buriti da linha Amazônia Preciosa da Surya.

Como eu já falei, fiquei muito apreensiva quando fui comprar essa máscara, porque mais de 90% das pessoas que eu conheço e usaram me disseram que essa linha inteira é muito ruim, que não foi boa para o cabelo delas e etc. Mesmo assim eu decidi dar uma chance e experimentar, até porque é uma linha bem famosa da Surya e eu queria poder dar a minha opinião sobre ela aqui no blog. Mas como fiquei com o pé atrás de comprar todos os produtos por medo de também não gostar, optei por levar só a máscara mesmo. E sinceramente? Foi a melhor coisa que eu fiz.


Preço: Os produtos da Surya quase sempre são bem baratos, mas toda a linha Amazônia Preciosa é um pouco mais cara do que de costume. Essa máscara custou R$ 33, 90. Honestamente não acho que vale tudo isso, já que as outras máscaras da marca que custam em média R$ 10, 00 foram infinitamente melhores para o meu cabelo.


Cheiro: Ele não é ruim, mas também não é muito bom, não. Nada demais. Como diz minha mãe, "nem fede e nem cheira". Tem cheirinho de óleo vegetal, na verdade. 

Composição: A fórmula do creme é maravilhosa! Não consigo entender porque ele não deixa o cabelo bom. :(


Consistência: Ela tem uma textura bem firme e é bem concentrada. 


Resultado: Como vocês devem estar percebendo, eu não curti. Sério, eu passei uma quantidade enorme no meu cabelo e mesmo assim não surtiu absolutamente nenhum efeito. Ela não amacia os fios de jeito nenhum, coisa que até um condicionador normalzinho faria. Me decepcionou muito porque até então eu tinha me apaixonado por todos os produtos da Surya que testei. O efeito foi tão inútil que eu tive que aplicar outra máscara por cima para conseguir desembaraçar o meu cabelo.

Eu pretendo usá-la de outras formas para ver se eu me adapto de alguma maneira, mas como uma primeira experiência eu realmente não gostei. Fico até meio chateada de fazer uma resenha negativa sobre um produto da Surya, pois ela é uma empresa brasileira que além de ser 100% vegana, é excelente. Mas infelizmente essa máscara não deu certo para mim. Pode ser que dê certo para você? Com certeza. Mas eu só recomendo produtos que eu aprovo, então...

Considerações finais: Eu só não digo que joguei meu dinheiro fora porque pelo menos eu apoiei uma marca que é um super exemplo aqui no Brasil, mas definitivamente eu não compararia esse produto novamente. Na minha opinião, o único ponto positivo dessa linha sobre as outras são as embalagens, que são muito mais sofisticadas e resistentes.

Só quero deixar claro que a Surya Brasil tem muitas outras linhas que são excelentes. A que todo mundo mais elogia é a Color Fixation (Fiz resenha da máscara aqui), que eu também adoro e é bem baratinha. E gente, a Surya merece todo o nosso apoio, de verdade.


Eu só estou fazendo essa resenha porque poxa, eu preciso ser sincera com vocês. A finalidade do blog é dividir minhas experiências com os produtos que eu uso, dar dicas, compartilhar... não adianta eu só divulgar o que deu certo para mim, também acho necessário falar sobre o que não deu, porque assim vocês tem uma base melhor na hora de escolher cosméticos. Mas é como eu já disse, cada cabelo é um cabelo... o que dá certo para mim pode não dar certo para você e vise e versa. 

É isso gente, espero que não tenham ficado muito desapontados! Hahahah. A próxima resenha será sobre o shampoo da Herbia que eu comprei.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Resenha: Sabonete de argila roxa da Bioart

Além dos três produtos que eu prometi resenha para vocês nesse post, eu tenho mais alguns na fila de espera, e hoje decidi dar a minha opinião sobre o sabonete de argila roxa da Bioart, que também tem opções com argila vermelha, verde, dourada e preta.

A Bioart não testa em animais e possui uma grande variedade de produtos veganos, inclusive em sua linha de maquiagens. Mas um dos itens que mais me chamou a atenção foi esse sabonete, sou meio maníaca por argila! Hahahah. Inclusive eu ensinei a fazer uma máscara facial de argila preta aqui.

Como vocês já sabem, eu não uso nenhum produto que contenha derivados do petróleo (parafina líquida, óleo mineral, vaselina...) e de uns tempos para cá também deixei de usar os que contém sulfato. E isso, é claro, também se aplica aos sabonetes. Os principais ingredientes desse sabonete são a argila roxa, a manteiga de karité, óleo de semente de uva e extrato de orquídea. A base dele é 100% vegetal e ele é livre de petrolatos, sulfatos e parabenos.


(Nessa resenha eu explico um pouco melhor sobre sulfatos e derivados do petróleo).

Embalagem: Ela é um tipo de envelopinho muito fofo! Hahahah. É uma embalagem muito bonita e simples. Achei o toque do "abra-me" um amor. ♥ Me lembrou um pouco Alice in Wonderland.


Preço: Cerca de R$ 13,00.

Cheiro: Ele tem um aroma bastante suave e floral e é bem gostoso. Mas não é aquele tipo de perfume que fica na sua pele o dia inteiro.

Resultado: O sabonete deixou a minha pele bem limpa, refrescada e macia. Eu fiz a segunda sessão da minha tatuagem do braço uns dias atrás e a minha pele tá bem descascada e sensível, Eu lavei com um pouco do sabonete e já percebi que a coceira diminuiu significavelmente e o aspecto ressecado por conta da "descamação" da pele também. Mas eu só passei esse sabonete porque ele é bem mais natural que os convencionais, e eu não aconselharia lavar a pele recém tatuada com eles, só com os anti-sépticos mesmo.

Composição: Finalmente uma marca que se dispõe a frisar que corantes sintéticos, parabenos e silicones são ruins!



Considerações finais: Eu adorei o resultado, com certeza eu recomendo e compraria de novo, mas da próxima vez vou experimentar os outros sabonetes da linha. Sou curiosa! Hahahah.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Comprinhas!

Oi, gente. Eu sei que não estou postando aqui no blog ultimamente, mas faltam apenas duas semanas para o meu vestibular, então ando bem ocupada (estressada, na verdade hahah). Mas já tenho muitas ideias para os próximos posts. Hoje eu comprei alguns produtos que pretendo testar e vim aqui mostrar para vocês:


  1. Shampoo Lippia Alba da Herbia (100% natural).
  2. Máscara capilar restauradora de buriti da linha Amazônia Preciosa da Surya Brasil.
  3. Loção corporal de rosa mosqueta da Weleda.
Eu cheirei esse shampoo da Herbia na loja e amei! A máscara da Surya eu já não sei, fiquei na dúvida se comprava ou não... muita gente me disse que essa linha é ruim, mas sempre fiquei curiosa para experimentar, então decidi comprar e testar para ver o que eu acho. Às vezes o que não dá certo no cabelo dos outros dá no meu, né? Vai saber. E essa loção corporal na verdade é da minha mãe, mas acho que ela não vai se importar de eu usar um pouquinho, né? Hahahah. Fico feliz de ver minha mãe comprando cosméticos cruelty-free.

E aí? Qual resenha eu devo fazer primeiro? Se alguém tiver alguma preferência deixem nos comentários. :}

sábado, 18 de outubro de 2014

Resenha: Shampoo Maria da Selva da Cativa Natureza

Eu estou usando esse shampoo já faz um tempo, tanto que ele acabou hoje e as fotos são da embalagem vazia. Não sei porque demorei tanto para escrever uma resenha sobre ele, já que eu gostei muito do resultado que ele deu no meu cabelo, mas antes tarde do que nunca, né? Hahahah.


"Cabelos tratados e macios com esta fórmula suave, rica em poderosos ingredientes naturais como Mulateiro, Aloe Vera e Guanxuma. Ideal para uso diário, deixando os fios soltos e perfumados coma combinação perfeita de extratos aromáticos."

Preço: Os produtos da Cativa geralmente não são muito baratos, mas a qualidade deles é incrível. Eles são orgânicos e bem naturais. Esse shampoo custou R$ 36, 90.

Cheiro: Eu nem sei por onde começar porque, de verdade, ele tem um cheiro simplesmente maravilhoso! Deixa o cabelo extremamente perfumado. É um cheiro bem herbáceo (uma das características da Cativa) e delicioso. Nem sei como explicar.

Composição: Como vocês já sabem, eu não uso nada que contenha sulfato e derivados do petróleo, expliquei nesse post os motivos. A fórmula desse shampoo é ótima: 


Consistência: Eu gosto bastante da consistência dos shampoos da Cativa, porque ela não é muito líquida mas também não é muito densa. O shampoo é transparente e meio amareladinho.

Resultado no meu cabelo: Eu já usei dois shampoos da marca (leia a resenha sobre o outro), e eu adorei os dois. O único problema é que eles tendem a deixar os fios um pouco embaraçados, mas como eu sempre uso algum creme ou condicionador hidratante depois, isso se resolve tranquilamente. O cabelo fica cheiroso, macio e bem forte.

Considerações finais: Ainda pretendo experimentar muitos outros produtos da Cativa, principalmente os capilares. Com certeza compraria o shampoo novamente, especialmente pelo cheiro. ♥ Definitivamente eu recomendo!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Resenha do creme para pentear de canela e cupuaçu da Surya Brasil

Já faz um tempinho que eu comprei esse creme, juntamente com as máscaras de hidratação da mesma linha (também fiz uma resenha sobre elas) e meu cabelo melhorou muito! Eu ando me esforçando bastante para cuidar bem dele, aboli os sulfatos da minha vida e tenho usado produtos bem mais naturais. Claro que ele ainda está um pouco ressecado nas pontas, mas já deu uma diferença enorme! Qualquer dia eu posto fotos aqui no blog. 

Até agora eu me apaixonei por tudo que eu experimentei da Surya, e esse creme não foi diferente... ele dá um acabamento incrível no cabelo, os fios ficam bem leves e macios.

Embalagem: O problema da embalagem é que ela é muito frágil, assim como outras da marca. Já derrubei no chão algumas vezes e ela ficou com algumas rachaduras... é bem fácil acontecer um acidente! Hahahah.


Cheiro: Assim como as máscaras, o creme para pentear é muiiiiiito cheiroso, e o que eu mais gosto é que o cheiro gruda no cabelo por muito tempo!

Preço: Bem acessível. Dá pra achar tranquilamente por menos de 10 reais. Outra coisa que eu gosto muito na Surya é que os produtos são excelentes e não costumam ser muito caros.

Consistência: A consistência dele é bem molinha (parecida com a do Yamasterol - que, por sinal, também é vegano! Ufa, né? Hahahahah). O bom disso é que o cabelo não fica pesado.


Durabilidade: Ele rende bastante, pois uma quantidade mínima já é o suficiente para espalhar por todo o comprimento dos fios.

Resultado: Esse creme realmente ajuda a melhorar o aspecto do meu cabelo, especialmente das pontas. Ele fica brilhante, sedoso e cheiroso demaaaaais!Essa linha disponibiliza diversas opções de cheiros, e todos são uma delícia, de verdade! Ainda vou experimentar todos e decidir qual eu prefiro usar.

Considerações finais: Sério, tirando a crítica que eu fiz à embalagem, não tenho absolutamente nada de ruim para comentar. O produto cumpre o que promete, é cheiroso, bom, barato e vegano!Quer mais? Hahahah.

Composição:


Lembrando que a Surya é uma marca 100% vegana! ♥

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Reconstrução ácida de vinagre de maçã

Oi, gente! Eu sei que eu não tenho postado no blog com frequência nos últimos dias, mas é que falta menos de um mês para o vestibular da UEL e eu estou fazendo cursinho, aulas particulares, estudando em casa... tem sido bem corrido. Nesses últimos dias eu decidi passar um tempo com uma amiga que não vejo a algum tempo e que vai viajar por mais de um mês, então acabei deixando o blog meio de lado, mas vou me esforçar para conseguir tempo e postar o máximo possível aqui.

Bom, hoje eu vou falar sobre cabelos. Eu já fiz um post sobre o cronograma capilar e expliquei sobre as etapas de hidratação, nutrição e reconstrução. Eu também já expliquei sobre a umectação, e inclusive fiz um post ensinando a fazer uma umectação de óleo de jojoba, que entra na fase de nutrição. E hoje o post é sobre o vinagre de maçã, que entra na fase de reconstrução. O nome da reconstrução complementada com o vinagre de maçã é Reconstrução Ácida. 

A função do vinagre de maçã na reconstrução capilar é selar as cutículas dos fios, impedindo-os de perder nutrientes e proteínas. O motivo de ele funcionar tão bem no nosso cabelo é o seu pH baixo.

O nosso cabelo possuí pH ácido (em torno de 4,4 e 5,5) dessa forma, todos os produtos com pH ácido (baixo), ajudam a selar nossas cutículas capilares, e todos com pH básico (alto) ajudam a abri-las (ou melhor, qualquer produto com o pH maior do que o do nosso cabelo).



O pH do vinagre de maçã é cerca de 2,5, o que o torna perfeito para a selagem dos nossos fios. Um exemplo de produto que possui um pH mais elevado são os shampoos anti-resíduos, já que a função deles é justamente abrir as escamas capilares.

Nessa foto podemos observar a diferença entre um fio com cutículas abertas para um com cutículas fechadas:



Outros benefícios do vinagre de maçã são:
  • Auxilia na redução da caspa, de fungos e da descamação no couro cabeludo, pois ele é um excelente agente de limpeza e possui propriedades antifúngicas, 
  • Deixa o cabelo com brilho e macieis, já que com as cutículas fechadas ele fica menos ressecado e mais protegido de danos externos.

Agora, vamos para o passo a passo?
  1. Dilua o vinagre de maçã em água filtrada (eu diluí aproximadamente uma parte de vinagre para três partes de água).
  2. Lave os cabelos normalmente com shampoo.
  3. Use sua máscara reconstrutora preferida (vegana, pelo amor de deus! hahaha Nada de queratina e colágeno de origem animal!) e aguarde o tempo estipulado pelo fabricante.
  4. Aplique o vinagre de maçã por todo o comprimento dos fios e deixe agir enquanto termina de tomar banho. Alguns minutos são o suficiente.
  5. Enxágue o cabelo e, se preferir, finalize com um leave in.
Obs: Se o seu cabelo estiver muito danificado e poroso, o vinagre de maçã pode ser aplicado também antes do shampoo.

Agora, a pergunta que não quer calar: Eca, mas o cabelo não fica fedido? R: NÃO! Eu também duvidei quando me falaram, mas o cabelo realmente não fica com mau cheiro. Claro que na hora fica aquele cheiro forte de vinagre, mas depois do enxágue ele sai completamente. Mas se por acaso acontecer de o seu cabelo ficar fedido, é só diluir um pouco mais da próxima vez. E assim, nada que um leave in cheiroso não resolva.

Fiz esse processo hoje e adorei o resultado! É realmente incrível o quanto o aspecto do cabelo melhora. O vinagre que eu usei foi esse aqui (ele é orgânico):


Eu usei esse vinagre, mas pode ser de qualquer marca. Só que precisa ser de maçã. Nem pensem em passar vinagre de álcool no cabelo, pelo amor de deus! Hahahah.

Espero que tenham gostado do post. Façam a reconstrução ácida e não esqueçam de me dizer o que acharam!

domingo, 12 de outubro de 2014

Marcas de calçados veganos

Oi, gente! Eu já fiz um post sobre a Inkkas, marca de tênis veganos e ecológicos, mas como é muito difícil encontrá-la em lojas físicas, decidi fazer um post sobre marcas de calçados veganos que são de fácil acesso e que ofereçam modelos que agradem todos os gostos, pois a Inkkas agrada um público bem específico (eu estou entre eles! hahaha).

A primeira marca que eu quero falar é a Vizzano. SIM! A Vizzano não utiliza couro animal e suas coleções de sapatos são veganas! Eu decidi falar dela primeiro porque eu tenho uma bota maravilhosa deles que além de ter custado bem pouco, é vegana, linda e super quentinha para usar no inverno. Então eu posso recomendar a Vizzano sem pensar duas vezes.


Outras marcas que também são fáceis de encontrar:
Elas só utilizam materiais sintéticos, nada de origem animal. Pode comprar sem medo de ser feliz!

Geralmente esses calçados são vendidos em lojas de departamento (Como Renner, Pernambucanas, Riachuelo, C&A, Marisa...), bem tranquilo de achar mesmo.

Além dessas opções, temos também a Vegano Shoes e a Ahimsa, que são veganas pelos animais. Essas alternativas anteriores são empresas que não utilizam materiais de origem animal, mas não necessariamente por empatia. Geralmente são por fatores externos como lucratividade. Por isso eu acho importante divulgar marcas que realmente se importam com a causa. Tanto a Ahimsa quanto a Vegano Shoes disponibilizam calçados femininos e masculinos que são para o dia a dia mesmo, bem práticos e bonitos.

Outra marca muito boa é a Será o Benedito?, o estilo de sapatos que eles vendem é bem despojado e até meio esportivo... eu curti. Eles também vendem mochilas e cintos. A Curupira Vegan Shoes também é uma excelente opção para os homens.

Insecta Shoes tem sapatos artesanais e veganos muito bonitos, vale a pena conferir!

Queria falar também de uma empresa que tem uma proposta muito legal, que é a Goóc. Eles fazem calçados a partir de pneus reciclados. Ajudam os animais e o meio ambiente! Além de também fabricarem bolsas, mochilas, cintos... tudo bem ecológico.

Marcas veganas internacionais:
Bom, galera, por enquanto é isso! Se eu souber de outras empresas interessantes e o post precisar de algum tipo de atualização eu aviso vocês pela página do Like an Elephant no Facebook. Espero que essa lista tenha sido útil para vocês. Procurem, experimentem, comprem... depois venham aqui e deixem a opinião de vocês, eu adoro ler!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Jasmine Alimentos

A Jasmine é uma marca brasileira de alimentos orgânicos muito conhecida e fácil de encontrar em qualquer mercado ou loja de produtos naturais. Quando eu me tornei vegana, a Jasmine salvou a minha vida! Eu nunca gostei de leite de soja (agora já acostumei com o sabor, mas não é nem de longe o meu preferido), e a marca disponibiliza as opções industrializadas de leite de arroz (tanto líquido como em pó), arroz com amêndoas e aveia, que é meu preferido dentre os três. Todos sem adição de açúcar, o que os torna perfeitos também para uso culinário. Além de também possuir uma linha de vitaminas a base de soja e smoothies. E foi assim que eu conheci a empresa.



A Jasmine não testa em animais, não utiliza insumos transgênicos e oferece uma grande variedade de opções veganas. Dentre elas: Cookies, bebidas, snacks, granolas, frutas secas, rosquinhas, farinhas, tahine, agave... isso sem contar a linha gourmet.

O único problema que eu notei até hoje, é que alguns alimentos (como as barrinhas de granola) levam mel na composição. A maioria dos produtos são veganos, mas é importante sempre ler a fórmula antes de comprar e se certificar de que eles realmente não contém nada de origem animal.


Eu gosto muito da Jasmine e indico para todos que estão adotando o veganismo e ainda estão meio perdidos, com a sensação de que não existem opções e etc. Só não fiz esse post antes porque o intuito do blog é focar especialmente em cosméticos veganos, mas como eu decidi até mesmo passar receitas, não vejo porque não indicar algumas marcas de produtos alimentícios, não é? Acredito que isso possa acabar ajudando bastante quem é vegano a pouco tempo ou quem ainda pretende aderir ao movimento, e essa é definitivamente a minha maior meta!

(Mandei um e-mail para o SAC da Jasmine perguntando sobre a possibilidade da substituição do mel pelo melado de cana ou agave, assim que me retornarem eu o incluo no post.)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Resposta do SAC da Impala

Oi, galera, tudo bem? Eu sempre mando e-mails pros SACs (Serviço de Atendimento ao Cliente) das empresas, porque eu não confio completamente em listas e selos... gosto de ouvir da própria empresa sobre o seu posicionamento com relação aos testes em animais e ao veganismo.

Essa é a primeira resposta de um SAC que eu estou postando no grupo, mas eu pretendo postar o maior número de respostas possível para vocês terem uma noção bem clara sobre as marcas que são amigas dos animais e as que não são. A resposta de hoje é da Impala, marca de cosméticos conhecida principalmente pelos esmaltes. Está na lista do PEA como empresa que não testa em animais, e eu inclusive citei a Impala no meu post sobre marcas de maquiagem que não testam em animais.


Eu perguntei para a Impala se eles realmente não testam seus produtos em animais e se não recebem matéria-prima de fornecedores que testam. Também perguntei se os esmaltes são veganos. Essa foi a resposta que eu recebi por e-mail:


"Boa tarde Sra. Raquel,
Inicialmente gostaríamos de agradecer seu contato.
Em atenção a sua mensagem, informamos que não testamos nossos produtos em animais e que na composição dos esmaltes também não tem nenhuma substância dessa natureza.
Colocamo-nos à disposição para eventuais esclarecimentos."

Bom, então segundo a Impala, os esmaltes além de não serem testados em animais, não possuem nenhum componente de origem animal, ou seja, são veganos. O único problema foi que eles não me esclareceram especificamente sobre os fornecedores, como eu pedi. Mas de qualquer forma, eu confio na empresa. Até porque agora ela pertence ao grupo Mundial S.A., que não testa em animais.

Então, notícia boa! Os esmaltes da Impala que são super conhecidos, fáceis de encontrar e melhor ainda: MUITO BONS, são veganos!

Obs: Os esmaltes são veganos, mas algumas bases levam colágeno e queratina animal na composição, e a linha de maquiagens da Impala pode conter substâncias de origem animal também, então SEMPRE leiam os rótulos para conferir (inclusive dos esmaltes), porque nunca se sabe. Esses dias mesmo eu estava no site da LUSH (marca de cosméticos conhecida pela linha de maquiagem vegan) e me deparei com uma base que continha mel na fórmula! (Essa aqui) Precisamos tomar muito cuidado, de verdade.

domingo, 5 de outubro de 2014

Animais fistulados

Se tem uma tecla na qual eu pretendo bater repetidamente aqui no blog é o teste e uso experimental de animais. Eu percebo que as pessoas em geral realmente não entendem o quanto essas técnicas podem ser cruéis e degradantes. Por isso hoje o post é sobre a fistulação ruminal, procedimento ainda muito pouco conhecido e absurdamente sádico. Ele consiste em literalmente abrir uma "janela" na vaca (pode ser feito em outros animais também), dando acesso a um de seus estômagos. Depois, uma cânula (espécie de tampa que pode ser aberta e fechada) é inserida na abertura.



Segundo a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) O objetivo dessa monstruosidade é: 

"A técnica de fistulação de animais é imprescindível nos estudos de fisiologia e metabolismo ruminal. A partir desta, é possível obter conhecimento detalhado do processo digestivo e efetuar avaliações de dietas, taxa de passagem de alimentos, determinações de parâmetros químicos envolvidos na digestão (pH, nitrogênio amoniacal, ácidos graxos voláteis, entre outras utilidades) e desenvolvimento de estratégias para mitigação do metano entérico. A técnica permite, ainda, obtenções de amostras para estudos de micro-organismos do rúmen, como bactérias e fungos celulolíticos que podem ter papel fundamental na obtenção de enzimas para produção de etanol de segunda geração ou ainda de aditivos para melhorar a digestibilidade de alimentos fibrosos. Todas essas avaliações proporcionam informações fundamentais para a sustentabilidade da pecuária."

Isso e a maximização da produção de leite e carne. O que mais me deixa indignada é o uso da palavra "imprescindível", como se fosse uma prática absolutamente necessária e não houvesse nenhuma maneira de desenvolver métodos alternativos para atrocidades como essa. 


É muito comum que após esse procedimento o conteúdo do estômago comece a vazar, o que pode causar morte por desidratação e desnutrição. Também acontece de o tecido ao redor da cânula necrosar.

Vejam essa imagem que eu encontrei descrevendo uma parte do procedimento:



Se vocês pesquisarem por "animais fistulados" no Google, vão se assustar com a naturalidade com que o assunto é tratado, como se fosse algo completamente normal. Vocês podem observar isso nesses vídeos: 



A EMBRAPA realiza uma quantidade imensurável de experimentos em animais fistulados. Essa realidade PRECISA acabar!


Também precisamos combater que as crianças sejam manipuladas dentro das próprias escolas a acharem que esse método é natural e aceitável. Diversas reclamações sobre isso foram enviadas ao PETA, mas nada mudou efetivamente.



Fotos de outros animais fistulados: 



Por favor, assinem essa petição para acabar com a fistulação ruminal em animais pela EMBRAPA! 

A exploração animal não se resume aos animais abatidos para o consumo de carne. Ela é uma realidade esmagadora e cruel que abrange inúmeros setores. Não podemos continuar fechando os olhos para esse tipo de atrocidade! Os animais não são coisas, não são objetos... são seres sencientes como nós. Se os humanos são tão evoluídos assim, já passou o tempo de desenvolvermos um pouco de compaixão, nos libertarmos desse nosso egocentrismo que passa por cima de tudo e de todos e entendermos que não precisamos que ninguém sofra exclusivamente para nos beneficiar de alguma maneira.

Receita: Espaguete ao molho de cogumelos hiratake com palmito

Hoje eu vim passar uma receita excelente para esse frio absurdo que está fazendo (pelo menos aqui no sul). Espaguete ao molho bechamel com cogumelos hiratake e palmito. Delícia!


Vamos para a receita?

Você vai precisar de:
  • Um pacote de espaguete sem ovos de 500g
  • Um copo de leite vegetal sem açúcar da sua preferência (eu usei o de aveia)
  • Azeite de oliva
  • Farinha de trigo
  • Um pacote de cogumelos hiratake
  • Um vidro de palmito
  • Alho e sal a gosto
  • Curry
  • Cebolinha
  • Opcional: Uma colher de pasta de soja para deixar o molho mais cremoso (eu usei a de azeitonas verdes)
Modo de preparo: 
  1. Ferva a água e coloque o espaguete para cozinhar por aproximadamente 10 minutos. Eu aprendi com a minha mãe a desligar o fogo após colocar o macarrão na água, pois dessa forma ele fica al dente. Mas isso fica a seu critério. 
  2. Numa frigideira, refogue os cogumelos cortados em cubinhos (se preferir, pode também cozinhá-los no vapor). Reserve.
  3. Para o molho, aqueça um pouco de azeite e adicione duas colheres de farinha de trigo. Mexa até formar uma espécie de massinha. 
  4. Coloque um pouco do leite vegetal e mexa bem, adicionando o alho e o sal.
  5. Vá adicionando o leite aos poucos para o molho ficar homogêneo. Se desejar, adicione uma colher da pasta de soja. Encorpore os cogumelos e tempere com curry e cebolinha a gosto. 
  6. Por último, coloque os palmitos (não precisa usar o vidro inteiro, eu usei apenas uns 3 ou 4 palmitos). 
  7. Deixe cozinhar por alguns minutos sem parar de mexer.
Agora é só escorrer o macarrão e misturar com o molho! Fica maravilhoso e é muito fácil e rápido de preparar. 

É isso, gente. Espero que vocês aprovem a receita, eu acabei de inventar! Hahahuahah. Bom apetite!

sábado, 4 de outubro de 2014

Marcas de produtos capilares nacionais que NÃO testam em animais

Eu já fiz uma lista de marcas de maquiagens que não testam em animais, e agora decidi fazer uma de marcas de produtos capilares. Antes de me tornar vegana eu usava muitos cosméticos de marcas que testam em animais e eu nem mesmo tinha consciência disso, por isso acho importante divulgar marcas que não testam.

Lembrando novamente que não testar em animais não significa que a marca seja vegana ou que não explore animais (ou humanos) de outras maneiras.


Como a lista ficou meio grande, eu decidi fazer apenas das marcas nacionais. Depois eu faço uma lista de produtos capilares não testados em animais de marcas estrangeiras.

Eu usei como base as listas do PEA, mas  fiz algumas modificações com base nas minhas pesquisas e nas respostas das empresas. Assim como qualquer lista de produtos que eu postar no blog, essa está sujeira a modificações, já que a política de testes em animais dessas empresas podem mudar, da mesma forma que empresas que testam em animais podem decidir usar métodos alternativos a qualquer momento.
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Obs: Eu fiz alguns comentários sobre O Boticário, a Quem Disse, Berenice? e a Natura no post sobre as maquiagens não testadas em animais, acho importante vocês olharem. Mas no futuro eu pretendo fazer um post se tratando exclusivamente disso para explicar melhor.

É isso, gente. Espero que esse post tenha sido útil. Por favor, se sintam livres para tirar qualquer dúvida comigo! Até mais.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Resenha: Creme dental orgânico da Contente

Um tempo atrás eu fiz um post sobre a a pasta de dente que eu uso e eu comentei que pretendia experimentar uma alternativa orgânica, e é sobre ela que eu vim falar hoje.

A Contente é uma marca de produtos de higiene bucal que não testa em animais, e recentemente lançou um creme dental vegano e orgânico.


Apesar de ele ser bem mais caro (paguei mais de R$ 20,00, mas olhei na internet e é possível encontrar por cerca de R$ 15,00), eu decidi comprar e experimentar. E eu gostei muito!

Embalagem:  Eu adorei o fato da embalagem ser biodegradável. <3

Composição: 


(Desculpem pela qualidade da foto, eu só percebi agora que ela está borrada, e eu não posso tirar outra porque já joguei a caixinha fora.)

Como podem ver, os ingredientes são realmente bem naturais.

Sabor: O creme dental tem um sabor muito suave e refrescante, depois que você termina de escovar os dentes fica com um gosto bem agradável na boca.

Eficiência: Achei o poder de limpeza dele muito bom, sinceramente é um dos melhores cremes dentais que eu já usei.

Considerações finais: Eu amei o produto não só por ser muito bom, mas por ser orgânico, vegano e vir numa embalagem biodegradável. Achei muito bem pensado e definitivamente é um creme dental que todos deveriam experimentar. A única coisa que eu não gostei foi o  preço. Tudo bem, eu sei que produtos orgânicos realmente são mais caros, mas não tem como eu ficar comprando um creme dental de mais de 20 dilmas. :( Espero que com o tempo esse preço abaixe, mas sempre que eu puder eu vou comprar, com certeza.

Ah! Não é porque esse creme dental é caro que é justificável o uso de produtos de higiene bucal testados em animais. Existem muitas outras opções, incluindo a que eu uso geralmente (Oral Gift), que pode ser encontrada em qualquer mercado. Não sejam compassivos com a crueldade animal, opções e substitutos não faltam, só basta você se dispor a sair da zona de conforto e trocar alguns produtos. Não tem nada de difícil nisso. É apenas uma questão de querer. 

A escolha do que você compra não é uma escolha pessoal quando envolve sofrimento alheio, tortura e morte.